segunda-feira, 11 de maio de 2015

MÃE

Qual o nosso papel? O que é esperado de nós? Qual o lugar que devemos ocupar e que é nosso por direito?
Será que existe clareza dentro dos papéis que desempenhamos no nosso dia-a-dia?
O que é esperado da mãe?
Que seja a fonte de toda a nutrição dos filhos? Aquela que trouxe, através de suas entranhas, cada um daqueles pequeninos deveria se tornar a única fonte de Amor, compreensão, paciência e orientação?
E de onde ela tiraria todas essas qualidades e virtudes a não ser da própria mãe.

E o que será desta mulher que fica espremida entre os filhos e a sua própria mãe em busca desta conexão?
Ao olharmos para isso torna-se necessário ampliarmos a visão e a experiência. Quando por qualquer motivo não recebemos da nossa mãe aquilo que consideramos “adequado”, suficiente e correto. Passamos a vida ligada a essa “falta”. E a partir daí, justificamos a nossa ausência para com o lugar que deveríamos ocupar no sistema familiar.
Não recebi e não posso dar.
Apenas quando podemos nos conectar com o que recebemos de fato, com o que tomamos de nossas mães, é que se torna possível uma solução.
Pois, ao nos conectarmos com as entranhas, com o essencial, com a vida que veio através dela é que encontramos o caminho para a Fonte.
E quando religados à Fonte podemos estar disponíveis para dar qualquer coisa aos nossos filhos, inclusive aquilo que não recebemos diretamente de nossos pais. Bert Hellinger
Amigas desejamos a  todas  mães o poder se religarem profundamente com a vida recebida dos seu pais
Parabens!!!! EEEEEEEEEE


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